ACDME 1   O começo do CPCC de 2009

Texto e fotos de Ricardo Grilo

 

 

Comentário inicial

Com o tradicional "Circuito da Primavera", oficialmente designado por ACDME 1, começou o Campeonato de Portugal de Clássicos de Circuitos de 2009. Esta competição, ao contrário do que se poderia esperar num ano tão complicado como este, começou sob os melhores auspícios, com muitos pilotos a inscreverem-se no campeonato e, destes, um bom número a efectivar a deslocação ao Estoril. Em traços gerais, o regulamento continua o mesmo de 2008, com algumas partes nebulosas que na prática obrigaram os pilotos a uma "corrida ao armamento" que encareceu de sobremaneira a possibilidade de lutar pelos primeiros lugares nas corridas acima de 1300 cc. Se há dois anos atrás, um sport-protótipo de 75.000€ podia vencer à geral, hoje em dia apostam-se em carros como o Lola T70 ou o Porsche 934 Turbo, com valores situados entre os 300.000 e os 500.000€ e sem qualquer aumento do interesse ou competitividade das provas, muito antes pelo contrário.   Um caso a rever?

 

As corridas

O desequilíbrio foi a dominante nas duas corridas de clássicos com mais de 1300 cc. Como já tinha sucedido no Algarve, a presença solitária de um Lola T70 subverteu o anterior equilíbrio do CPCC e o campeão de 2009 parece estar garantido desde a primeira prova. Esta situação nada tem a ver com o tempo em que corriam regularmente os sport-protótipos, pois estes, mesmo quando venciam à geral, pontuavam para o Troféu Nacional e não para o Campeonato Nacional como é o caso dos Sport de 5 litros que retiram pontos aos homens dos Escort e Porsche.

Atrás do Lola, também não houve demasiada emoção, pois os seis primeiros classificados repetiram-se, rigorosamente pela mesma ordem, nas duas corridas. Como nota de alguma animação, na primeira corrida, apenas o esforço de Joaquim Jorge para contrariar o ascendente de Carlos Filipe Santos e a breve luta entre O Porsche 934 de Serafim Ribeirinho Soares e o Carrera RSR de Kiko Mora, ambos ainda em tempo de descobrir as suas novas montadas.

A segunda corrida conheceu um início inesperado, com António Nogueira e Joaquim Jorge a imporem-se a Carlos Barbot e a Carlos Santos, mas em breve tudo retomaria a normalidade, com a ordem da prova anterior: Barbot, Santos, Jorge, Nogueira, José Luís Moura e Rui Macedo Silva.  O primeiro classificado entre os concorrentes ao TNCC foi Rufino Fontes com o Alfa Romeo Giulia, apesar de problemas com o motor de arranque, que o atrasaram nas duas partidas. A seguir situou-se o Lotus Seven de João Mira Gomes e o Ford Escort RS 1600 do vilacondense José Silva.

Foram várias as estreias nesta corrida, começando pelo Lola T70 MKIIIb reconvertido de Sport-protótipo para Sport mediante a diminuição de cilindrada do V8 Chevrolet para 5 litros. Kiko Mora apresentou um bonito "Aurora" Porsche Carrera RSR e Pedro Fins fez regressar o antigo Lotus Elan de Rui Bevilacqua, um carro muito ligeiro que debitará qualquer coisa entre os 180 e os 200 cv. Estreia também foi a do renovado Porsche 934 Turbo de Ribeirinho Soares, um antigo 930 Turbo de Grupo 4 que chegou a vencer um campeonato em Itália, antes de vir para Portugal e ser vendido ao piloto portuense, como substituto do seu banido Lola T212. Entregue aos cuidados da Freisinger, o Porsche foi totalmente reconstruído, pouco se aproveitando do modelo original, recebendo entre outros melhoramentos um motor original de 934 Turbo, aparentemente com as especificações máximas dos modelos finais deste carro, capaz de debitar mais de 600 cv nas provas de sprint. No entanto, problemas diversos de afinação e a falta de adaptação do piloto a um carro tão exigente e específico como o 934, levou a que os tempos não surgissem tal como seria esperado e desejado. Mas o potencial existe e não deixará de se evidenciar em futuras provas do CPCC.

Vejamos então as imagens das corridas:

 

Se pudéssemos regressar ao passado e reviver uma prova do Campeonato Europeu de Turismos de 1971, o aspecto não seria muito diferente do apresentado nesta imagem: Ford Capri 2600 RS contra BMW 2800 CS, ou melhor, Francisco Abreu na frente de Domingos de Sousa Coutinho, dois "gentleman drivers" que com a sua postura entusiasta, muito fazem pelo bom ambiente das corridas de clássicos em Portugal.

Serafim Ribeirinho Soares estreou finalmente o renovado Porsche 934 Turbo, feito a partir de um 930 Turbo de grupo 4. O carro foi totalmente revisto nas oficinas da Freisinger, em Karlsruhe, para aparecer agora com um verdadeiro motor  de 934, com a típica turbina horizontal. No entanto, problemas de juventude e a falta de adaptação do piloto a um carro tão difícil não permitiram que os resultados traduzissem o real potencial deste Grupo 4.

Grelha de partida para a primeira corrida do CPCC acima de 1300 cc. Usando o mesmo expediente de Pais do Amaral na derradeira prova de 2008, Carlos Barbot apresentou também o seu Lola T70 MkIII b convertido para a categoria Sport, ou seja, com o motor Chevrolet reduzido a "apenas" 5 litros de cilindrada. Ao seu lado, Carlos Filipe Santos, que realizou um excelente tempo com o Carrera RSR: 1:52.963

O Lotus Elan "26 R" de Pedro Fins.

Barbot, Carlos Santos, Joaquim Jorge, António Nogueira, Ribeirinho Soares,  José Luís Moura, Rui Macedo Silva e Pedro Fins, logo após a partida lançada, na primeira passagem pela "curva 1". O piloto do Lola amarelo venceria sem dificuldade uma corrida onde não tinha adversários à sua altura.

Kiko Mora estreou este belo Carrera RSR, com a decoração inspirada na pintura do carro idêntico, com que Clemens Schikentanz correu no Europeu de GT de 1974.

Serafim Ribeirinho Soares e Kiko Mora, ambos em período de adaptação às novas montadas, travaram durante algumas um interessante duelo Porsche, com vantagem final do Carrera RSR sobre o 934 Turbo.

Em bom estilo, Joaquim Jorge a caminho do terceiro posto absoluto, nas duas corridas. Neste início de época, o piloto de Penafiel estreou um novo motor BDG-Richardson e uma nova decoração no mesmo Escort do ano transacto. A velocidade máxima alcançada na recta da meta será um bom indício da boa saúde e potência da nova mecânica.

João Mira Gomes, mais uma vez ao volante do Lotus Seven, foi duas vezes o segundo entre os carros do TNCV. Os Lotus Seven têm alguma tradição nacional, pois embora na altura já tivessem um ar "retro", alguns exemplares foram utilizados nos CNV do início dos anos 70, com pilotos como Ernesto Neves. Como é bem notório, o carro, com o seu desenho peculiar, permite observar como poucos o trabalho do piloto.

Desde a derradeira prova de 2008 que Francisco Abreu continuou a desenvolver o Ford Capri RS 2600 e, no Estoril, o carro deveria ter estado mais competitivo, se não fossem alguns pequenos percalços que retardaram a marcha do coupé britânico. Na foto, envolto em fumo, provocado pela queda de óleo sobre o colector de escape. A vareta de nível mal colocada foi o motivo para o espectáculo extra que o Capri oferecia, sempre que descrevia curvas para a direita.

Um local pouco comum para ver os carro é na parabólica que antecede a recta da meta. No entanto, trata-se de um local interessante porque permite apreciar o comportamento de carros e pilotos no limite da aderência, como é o caso de Carlos Filipe Santos, com o redecorado Porsche Carrera RSR, a tentar alcançar os Ford Escort de Nogueira e Joaquim Jorge que comandavam a corrida nesse momento.

Ford contra Ford: Jorge Corrêa voltou aos circuitos, sempre ao volante do seu eterno Ford Capri 3000 GT preparado por Serafim Martins... desde há cerca de um quarto de século. Na imagem, na entrada da "Variante", é seguido pelo Ford Escort RS 1600 de José Cunha.

Mais uma vez presente, Jorge Guimarães estreou um novo motor para o seu grande Volvo 122

José Silva regressou ao Estoril, agora em disputa aberta pelo TNCV, onde inscreveu o bonito Escort RS de decoração clássica, equipado com o  motor "Pinto" de 8 válvulas, claramente inferior aos BDG 16V dos outros Escort.

 

Classificação - Corrida 1:


1º Carlos Barbot                  Lola T70 MKIIIb         
2º Carlos Santos                 Porsche Carrera RSR
3º Joaquim Jorge                 Ford Escort RS
4º António Nogueira             Ford Escort RS
5º José Luís Moura              Ford Escort RS
6º Rui Macedo e Silva          Porsche Carrera RSR
7º Kiko Mora                       Porsche Carrera RSR
8º Pedro Fins                      Lotus Elan
9º Ribeirinho Soares            Porsche 934
10º José João Batista           Ford Escort RS 1800
(...)

Volta mais rápida: Carlos Barbot - 1m50,011s
 


Classificação - Corrida 2:

1º Carlos Barbot                  Lola T70 MKIIIb         
2º Carlos Santos                 Porsche Carrera RSR
3º Joaquim Jorge                 Ford Escort RS
4º António Nogueira             Ford Escort RS
5º José Luís Moura              Ford Escort RS
6º Rui Macedo e Silva          Porsche Carrera RSR
7º Ribeirinho Soares            Porsche 934
8º José João Batista           Ford Escort RS
9º Kiko Mora                      Porsche Carrera RSR
10º Rufino Fontes               Alfa Romeo Giulia
(...)

Volta mais rápida: Carlos Barbot - 1m50,009s

 

 

Os mais rápidos no final da recta da meta:

 

Carlos Santos            Porsche Carrera RSR          253,7 km/h

Joaquim Jorge          Ford Escort RS BDG            245,7 Km/h

Carlos Barbot            Lola T70 K IIIb                     245,4 Km/h

Ribeirinho Soares     Porsche 934 Turbo RSR       237,5 km/h

António Nogueira      Ford Escort BDG                  234,2 Km/h

Kiko Mora                 Porsche Carrera RSR           234,1 Km/h

José Luís Moura        Ford Escort RS 1800             228,2 Km/h

Rui Macedo Silva     Porsche Carrera RSR            226,5 Km/h

Francisco Pinto        BMW 2002                             218,1 Km/h

José João Baptista   Ford Escort RS BDG             216,6 Km/h

 

 

Quem seria o destinatário desta mensagem?

 

 

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CPCC até 1300cc

 

A emoção nos clássicos mais pequenos revelou-se precisamente o contrário dos irmãos maiores. O equilíbrio foi muito maior e as corridas mantiveram a indecisão até ao final. A primeira viu um duelo entre Miguel Ferreira (Escort 1300) e Alexandre Beirão (Alfasud Sprint) que se prolongou do início ao final e apenas se decidiu devido a uma alegada falha de combustível do Escort que  terá permitido a ultrapassagem, consumada mesmo em cima da linha da meta, onde o Alfa Romeo passou com 0.027 segundos de avanço sobre o seu adversário. Não muito, mas o suficiente para o triunfo.

A segunda corrida foi algo diferente, com Victor Araujo a aproveitar bem a posição de partida para se impor ao Alfasud de Beirão, que apesar de todos os esforços, se revelou incapaz de ultrapassar o Datsun 1200.

 

Paulo Antunes surpreendeu todos quando se inscreveu com este Peugeot 104 ZS, ainda em incipiente fase de preparação. Nesta imagem de qualidade mediana, vemo-lo numa breve aparição em pista, realizada ainda na tarde de Sábado. No dia seguinte, o carro não alinharia na corrida devido a insanáveis problemas mecânicos.  Quando conseguir alinhar à partida de uma prova, o Peugeot 104 será uma estreia absoluta nos clássicos portugueses, tratando-se de uma aposta temporária para o piloto – que vai fazer o troféu Punto 2009 – não ficar longe do seu CPCC… enquanto aguarda a conclusão de um outro carro, para competir com “os grandes” . Essa novidade passa pela pouco comum figura de um Datsun 160 Z , viatura com uma excelente relação peso-potência, que o piloto / preparador julga ser capaz de causar algumas surpresas aos pilotos dos Escort RS e dos Porsche 911.

Rastilho curto: Carlos Abreu estreou o Alfasud Sprint da pior maneira, com uma saída na curva VIP, logo no decurso dos treinos livres de Sábado, que deixou o carro fora de combate para o dia seguinte. Mas nem tudo foi mau, pois até ao momento do despiste, tinha realizado um tempo que o coloca como candidato ao triunfo nas próximas provas.

Ao alinhar nesta prova, Miguel Barata terá batido um recorde nacional, passando  a ser, provavelmente, o piloto mais idoso a participar numa prova de um campeonato português. Com quase 72 anos de idade, Barata levou o seu Datsun 100 ao final das duas provas, sendo por duas vezes o segundo da sua classe, apesar de um problema com os carburadores entupidos - deteriorados pelo passar do tempo - e que, ao não alimentar correctamente o motor, não permitia que o Datsun ultrapassasse os 137 Km/h na recta da meta. Pelo menos, conseguiu fazer os treinos e as corridas com cerca de 20 litros de gasolina. Provavelmente outro recorde nacional !...

João Ramos trouxe de novo para o Campeonato de Velocidade um dos antigos Toyota Starlet da equipa Salvador Caetano. No início dos anos 80 estes carros preparados em Grupo 2 pelo TRD (e com uns expressivos 140 cv para pouco mais de 700 kg de peso) dominaram claramente a classe do Agrupamento B1, apesar da oposição do Citroën Visa Grupo B, do importador da marca. Na actualidade, o seu comportamento relativamente discreto mostrará, acima de tudo, a evolução que os pequenos clássicos, no seu todo, sofreram desde a sua época de homologação. Se em 1981 os 140 cv representavam uma potência de topo para os 1300, hoje em dia existem carros muito bem preparados e com mais 30 cv do que o Starlet possuía na época. Embora tenha rodado com o excelente tempo de 2:05, o que é facto é que pelo menos 3 carros foram mais rápidos que o Toyota que no final ficou a 37 segundos do primeiro classificado, quando nas épocas de 1981 e 82, estes carros costumavam "aviar" pelo menos uma volta de avanço aos seus directos adversários. Tendo abandonado na segunda corrida, aguardamos, com interesse, a evolução que este carro deverá evidenciar ao longo da presente época.

Miguel Ferreira,num animado momento da prova. O piloto do Escort "Broadspeed Style" foi um dos animadores dos 1300, perdendo o comando da primeira corrida praticamente sobre a linha da meta, batido ao centímetro por Alexandre Beirão.

Na segunda corrida, Victor Araújo conseguiu impor o Datsun 1200, apesar da oposição movida por Alexandre Beirão, ao volante do Alfasud Sprint da Fabrica Italiana

Sempre ao ataque, na segunda corrida Fernando Soares com o Austin Cooper S conseguiu um bom 4º posto absoluto (e primeiro entre os carros com motor BMC) . De concepção mais antiga e no limite do desenvolvimento, o Cooper S já não será a arma ideal para vencer no CPCC 1300. Mas Soares está sempre pronto para aproveitar qualquer deslize dos adversários melhor equipados, como mais uma vez se verificou.

João Carlos Torres, com o Datsun 1200 Coupé, num momento de apuro, perto do final da segunda corrida.

40 anos a tratar dos Hillman Imp e os problemas ainda não estão todos resolvidos...  Veloso Amaral adquiriu o seu primeiro Hillman Imp GT a Giovanni Salvi, no ano da Graça de 1969 e desde então, quer para uso privado, quer para competir, os pequenos carros britânicos - com motor derivado de um Fórmula 3 (Coventry Climax) - passaram a fazer parte do dia-a-dia do conhecido piloto de Lisboa.

 

Classificação corrida 1:


1º Alexandre Beirão              Alfa Romeo Sprint
2º Miguel Ferreira                  Ford Escort
3º Vitor Araújo                      Datusn 1200
4º João Ramos                     Toyota Starlet
5º Fernando Soares              Austin Cooper S
6º António Magalhães           Datsun Coupé
7º João Torres                      Datsun1200 Coupé
8º Fernando Becedas            Datsun 1200
9º Tiago Brandão                  Datsun 1200
10º Veloso Amaral                Hilman Imp
(...)

Volta mais rápida: Alexandre Beirão - 2m03,370s



Classificação corrida 2:


1º Vitor Araújo                     Datsun 1200
2º Alexandre Beirão             Alfa Romeo Sprint
3º Miguel Ferreira                Ford Escort
4º Fernando Soares             Austin Cooper S
5º Fernando Becedas           Datsun 1200
6º Tiago Brandão                 Datsun 1200
7º João Torres                     Datsun 1200 Coupé
8º António Magalhães          Datsun Coupé
9º Miguel Barata                  Datsun 100A

Volta mais rápida: Alexandre Beirão - 2m03,380s

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A apresentação do CPCC

 

Esta primeira jornada do CPCC conheceu uma espécie de prólogo no Sábado, com a sua apresentação sob a forma de uma "Tertúlia Sportclasse". A conjugação de esforços da equipa que organiza as tertúlias, a ANPAC e o ACDME, conseguiu trazer ao Estoril cerca de duas centenas de aficionados, com perto de 100 veículos clássicos e pré-clássicos, que puderam conhecer o circuito, os carros, os pilotos que iriam correr no Domingo e até, para alguns eleitos, a sensação de rodar num carro de competição. Haverá melhor maneira de conhecer o fantástico mundo do CPCC ?

 

Um parque fechado em versão XXL. Do BMW M1 ao Citroën 2 CV, do Porsche 930 Turbo, ao VW Karmann Ghia, do Ferrari Mondial QV ao Opel Kadett City, houve lugar para todos os entusiastas que quiseram tomar contacto com os bastidores do CPCC

A Box número 9 foi o ponto de encontro para os participantes e conheceu alguns momentos de verdadeira animação. Até porque na rua soprava um muito pouco convidativo vento siberiano.

Em frente à box reuniram-se alguns dos carros mais representativos do CPCC. De notar, à esquerda,  o "capot" comemorativo das quatro décadas de Veloso Amaral ao volante do(s) Hillman Imp

Cerca de uma centena de viaturas clássicas e pré-clássicas encheram a pista do Estoril, naquilo que foi, para muitos, um baptismo no mítico palco da velocidade nacional.  (foto: www.zoomsport.com.pt )

Conversa com pilotos, com a exposição de pintura de Redwan Cassano como moldura.

Fim de festa! E o premiado foi... o jovem Bernardo Lourenço foi um dos vencedores do sorteio para as voltas em alta velocidade na pista do Estoril, neste caso no Porsche Carrera RSR de Kiko Mora.  "O impressionante é a velocidade em curva", dizia o jovem após a sua inolvidável experiência.

 

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PTCC

 

Como parte do programa, também se disputaram as duas habituais corridas do PTCC, com uma grelha diminuta de 13 carros onde, como principal novidade, pudemos ver José Pedro Fontes que regressou à velocidade nacional, com este BMW 320si. Os vencedores das duas corridas foram respectivamente Duarte Félix da Costa (Seat Leon Supercopa) e César Campaniço (BMW 320si).

 

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